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Arquivos mensais: Outubro 2011

Divina Conexão

Quantas vezes nos sentimos mal, assim do nada, buscando razões para tanto desconforto, tanta insatisfação e até mesmo uma tristeza inexplicável…
Nada no entorno justifica tais sentimentos. Então, o que está acontecendo? De onde vem este “vazio” que vez ou outra nos invade, nos desestrutura, nos paralisa?
Estamos desconectados. Desconectados da Fonte da Vida. Desconectados do único Amor capaz de preencher espaços vazios ou substituir espaços repletos de um conteúdo que não nos capacita,não nos move, não nos satisfaz…
Buscamos, nestes momentos ou nestas fases de desconexão inúmeros remédios: terapias convencionais, algum tipo de lazer, bebidas, tratamentos alternativos. Buscamos companhias, buscamos achar em nossos companheiros ou companheiras o que nos falta.
Concluímos, desolados que algumas destas “opções” até ajudam,  mas ainda falta algo. Sim, falta conexão. Conexão com o nosso Criador, Fonte de Vida, de Saúde, de Amor. O único Amor que devemos buscar sem medo de ter nossas expectativas não correspondidas. A única Água que mata toda e qualquer sede.
Reservar alguns minutos por dia ou, no início, por semana, para entrar em conexão com o nosso Pai, nos traz, finalmente a cura almejada. Esta Divina Conexão nos traz colo, gás, alimento…
Como tudo o que nos entristecia, nos angustiava fica insignificante nestes instantes!…
São necessários apenas poucos minutos, mas estes minutos são frações de tempo indiscutivelmente compensadores. A conexão se faz, a energia se instala, a esperança volta a se fazer ouvir e o nosso Sol Interno volta a brilhar com toda a força capaz de promover milagres.
Convido-lhe a testar o quanto esta conexão nos promove respostas, soluções, curas, aconchego, motivação e aquela tão sonhada FELICIDADE!
Relaxe, corpo e mente, e faça “contato”. Feche os olhos e entregue-se à Força mais poderosa que existe: o Amor de Deus. Simplesmente se entregue. Simplesmente se permita sentir este Amor. Não faça perguntas, não peça respostas. Ele sabe tudo o que você precisa e Ele fará o trabalho.  O divino e poderoso trabalho do “realinhamento”. Ele promoverá a CONEXÃO. Ele cuidará de você e o capacitará a fazer o que cabe a você promover.
Você constatará, maravilhado, que você “não anda sozinho, nem está sozinho” pois Ele É com você em todos os momentos, em todas as situações! O que falta é só reconhecer Sua Presença e a Força que dEla emana, através desta Divina Conexão!
Que você se permita sentir as delícias deste encontro!!!
Com carinho;

 

Luiza Gonçalves
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Publicado por em Outubro 31, 2011 em Bordando Palavras

 

A verdadeira fraqueza…

 

Acho que fraqueza é fingirmos que somos fortes o tempo inteiro!…
É negarmos nosso lado “sombra”, é acreditarmos na mentira que já somos perfeitos.
É talvez ansiarmos tanto por esta perfeição que fingimos ser o que ainda não somos.
Desenhamos uma performance externa que julgamos será aprovada, quando internamente somos ainda obra inacabada.
Negamos nossos sonhos desfeitos e a tristeza que nos provocam, nossas fragilidades,nossos medos, nossas carências sem entender a lição preciosa que obteremos se olharmos pra tudo isto com amor e compaixão e buscarmos encontrar o que causou ou o que continua causando tudo isto.
Queremos nos enquadrar naquilo que esperam de nós ou que julgam correto e passamos por cima do que de fato precisamos ainda encarar, resolver e aprender para SER.
Ser, não o que esperam de nós, mas o que de fato SOMOS NÓS, em essência.
Deus nos criou perfeitos e se fomos nós quem insistimos em cobrir nossa essência de lodo, somos nós quem precisamos retirar tudo isto que nos encobre, sem vergonha, sem receios de que julguem que somos menos, que somos nada…”Atire a primeira pedra quem estiver isento de pecado”, é o que nos ensina Jesus. Por que fingirmos para quem, como nós, está também em processo de reconstrução?
Eu não consigo remover o que não quero encarar. Se não olho para o meu “sótão interno” e abro as janelas para a Luz entrar e me mostrar o que não serve mais, o que precisa ceder espaço para o novo, não posso construir andares superiores com bases sólidas. Mas o medo nos paralisa. O medo que nos ensinaram a sentir. O medo que revela o quão pouco sabemos de nós…
Deixamos de amar e apreciar quem ainda somos com medo de nunca sermos quem de fato SOMOS NÓS. Entretanto, enquanto não olharmos para quem somos hoje, com belezas e feiúras, não teremos condição de avaliar o que de fato queremos manter e o que precisamos descartar. O que em nós é obra divina e o que é obra do ego, falível e ilusória.
Não ter a vergonha de nos sentirmos frágeis pode ser a força impulsionadora que nos fará reconstruir o que fomos perdendo ao longo do caminho.
Não ter também a vergonha de nossas cicatrizes, as quais nos mostram onde havia ou onde ainda há trabalho a fazer em nós mesmos, pode ser o início da cura maior.
Cicatrizes não têm que ser negadas. Elas são a prova de que, APESAR DE, continuamos aqui!… E, se continuamos aqui, é porque a obra precisa ser terminada, modelada, aprimorada.
Muito bom saber que podemos contar com Aquele que, apesar das máscaras que colocamos por cima de nossa essência, reconhece em nós Sua Criação e nos chama por nosso VERDADEIRO NOME!!!
 
Luiza Gonçalves
 
 
 
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Publicado por em Outubro 9, 2011 em Bordando Palavras