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Eu Sou…

Eu não sou minha profissão, minha conta bancária, meus bens, meus diplomas colecionados… 
Eu sou o que faço com isto. Eu sou fruto das minhas escolhas.
Sou a Força que superou  imensos desafios e a fraqueza que se imobilizou frente a alturas tão pequeninas… Eu sou minhas atitudes.
Eu sou o que agrego. Eu sou o que ajudo os outros SEREM. Eu sou a Fé que exemplifica e não apenas prega o que não vivencia. Eu sou o Amor que já secou lágrimas de olhos amigos, desconhecidos, apagados. Sou aquela  que acolheu corações sem as cores que o fazem brilhar.Sou também aquela cujas lágrimas já acreditaram não ter saída. Sou aquela que esqueceu o Deus que a guia, que a conforta, que a capacita… Sou minha Fé e minhas descrenças.
Não sou as palavras que bordo no papel. Sou a que as escreve a fim de passar a acreditar. Mas, sim, sou também aquela que se extasia quando as faz validar.
Eu não sou a Luz que meu nome evoca em tempo integral e nem sempre a deixo brilhar. Sou, muitas vezes, as sombras que evito encarar, que deixo livres a imperar…
Sou inacabada mas nem por isto pouco iluminada. A Luz que me guia, apesar de mim, sempre está ali, aqui, a brilhar.
Sou sorrisos, sou tristezas, sou amor, sou ainda as dores que não dou atenção, que finjo não perceber. Sou guerreira, sou criança, sou mulher. Todos estes personagens vão moldando meu Ser.
Sou aquela que prega o que precisa aprender. Sou aquela que vai se recriando, como um quebra-cabeças a surgir, a crescer, a se formar. Sou parte da terra, sou brilho do fogo, sou pedaço de mar.
Sou reflexo da lua, sou parte das nuvens escuras no céu, sou frescor matinal.
Sou água cristalina, sou o amargo do sal.
Sou vírgulas,  sou  reticências mas,
                                                     graças a Deus,
                                                                          não sou  ponto final…
 
 
Luiza Gonçalves
 
 
 
 
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Publicado por em Agosto 5, 2012 em Bordando Palavras

 

“Energia Pura”

Outro dia eu assisti a um filme,” ENERGIA PURA” que  “mexeu”  de maneira profunda em mim.
Quantas vezes nos esquecemos que dentro de um corpo feio, maltratado pelo tempo ou pela fisiologia existe uma alma… Uma alma que sente, que sofre, que se entristece, mas que esquece, por causa dos “HUMANOS” de que pode também ser feliz.
O que estamos fazendo da Vida?  Não apenas da nossa vida, mas da vida de tantos que sozinhos, buscam ser valorizados, acolhidos, aceitos por normas de estética, de padrões tão falsos, tão ilusórios?
Por que  insistimos em ver aparências, em nos maravilhar com aquilo que julgaram e nos ensinaram ser belo e viramos nossos rostos e nossos corações ao DIVINO que há em todos nós? O que é belo, por apenas ser belo exteriormente, é sempre aceitável? 
Que padrões seguimos em nossas relações e por que os seguimos? Que beleza de fato valorizamos?  Semana passada estava observando algumas crianças, pequeninas, que brincavam entre si numa alegria contagiosa, sem separações, sem julgamentos… Que Cena maravilhosa! Que interação, que felicidade, que união levando ao prazer, ao encantamento… Ali não havia cor, não havia peso, não havia vocabulário que impedisse o desfrutar de momentos realmente prazerosos…
E nós, adultos, que nos julgamos  muito mais “sábios”, o que fazemos com nossos irmãos que têm apenas um corpo, um comportamento, um rosto, uma cor diferente dos nossos, mas que possuem uma Luz tão linda, tão pura e que nos passa despercebida?  Que lentes usamos que nos impede de ver a beleza através de outros e mais reais conceitos?
Rotulamos, apontamos nossos dedos para tudo o que julgamos “não enquadrado”, não aceitável  em níveis tão transitórios da Vida. Deus meu, onde foi parar nossa pureza, nosso acolhimento, nosso  confraternizar?  Que botão apertaram em nós ou que nós mesmos acionamos e nos faz esquecer que SOMOS TODOS UM?
As pessoas são valorizadas por suas roupas, por seus  diplomas, por um falar correto, por sua conta bancária mas e o ESSENCIAL, O QUE DE FATO IMPORTA?
Eu não posso negar que adoro roupas que julgo bonitas, sapatos e Cia ltda. Mas quantas vezes sinto que isto É MUITO POUCO para me trazer a Alegria que aspiro, em algum evento, em alguma festa, em algum momento…
Há algo além das aparências que indiscutivelmente VALE MUITO MAIS. Nossa BELEZA INTERIOR, NOSSO AMOR POR QUEM ANSEIA POR UMA SIMPLES PALAVRA DE FORÇA, NOSSA RELAÇÃO COM DEUS , NOSSA TOTAL CONFIANÇA NELE, O QUE JÁ É MANIFESTADO DO DIVINO EM NÓS.
Quanta dor vislumbrei naquele semblante do protagonista, retratando a dor de inúmeros, como ele ou até menos “diferentes”, que buscamos manter longe de nós!…
Deus do Céu, o que é que nos ensinaram que é belo, que  é ACEITÁVEL? O que é que nos ensinaram que É NORMAL? E, O PIOR: O QUE AINDA CONTINUAMOS A ACREDITAR SER VERDADE???
 
Luiza Gonçalves
 
 
 
 
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Publicado por em Maio 23, 2012 em Bordando Palavras

 

Se eu duvido da “criatura” não estou duvidando também do Seu Criador?

Ontem a noite ouvi uma Palestra sensacional do Valter Borges!
Agradeço a Deus e ao Valter por esta oportunidade! Suas palavras ressoam ainda, não em meus ouvidos, mas em minha alma. Que espetacular “mexida” e, principalmente que espetacular “novo chamado”. Confesso que ao ouvir que uma Palestra se iniciaria naquele momento não me dei conta do que viria a seguir. Acredito até que tive vontade “daquilo” terminar logo. Eu estava ali muito na energia “tenho que estar” ao invés de estar na poderosa e agregadora energia “escolho estar aqui”… E minha impaciência, minha agitação interna me fizerem sentir desinteresse total ao que seria falado naquela noite. Quanta ilusão! Quanta falta de “estado de presença”. Mas o Valter não se deixou intimidar por minha energia não muito positiva. Como poderia? Quem era eu, naquele estado interior, para intimidar um Enviado de Deus naqueles minutos que se seguiriam? Ele tinha duas mensagens poderosas e não seria eu, uma simples “desfocada” quem iria lhe intimidar com minha impaciência e descrença de que aquela palestra que se iniciava me acrescentaria algo…
Bem, vou tentar reproduzir uma destas mensagens aqui. Só uma delas por enquanto, pois a outra me veio muito particularmente e ainda preciso terminar de processá-la e “respondê-la”.
Valter, a certa altura de sua divina dissertação proferiu uma frase que acredito impactou a todos os presentes: “Deus não quer a morte do pecador. Ele quer sim a morte do pecado!”
Ele disse isto com tamanha propriedade, com tamanha força e convicção que o tempo pareceu parar ali… Mas ele prosseguiu…e nos fez vivenciar uma tremenda reflexão. “O que nos faz acreditar que Deus se parece conosco e com a nossa justiça terrena? Medimos Deus por nossas terrenas medidas. Insistimos em vestir a nossa camisa em Seu Figurino mas é exatamente o contrário. “Deus não se parece conosco. Nós é que nos parecemos com Ele”- Valter sabiamente nos afirmou. Fomos criados à Sua Imagem e Semelhança e vivemos nos esquecendo disto. Esquecemos o Poder que Ele nos conferiu ao nos criar e fomos nos distanciando deste Poder e do Seu Criador. Nos consideramos culpados de todos os nossos erros e inúmeras vezes esta culpa não nos move de lugares insatisfatórios, os quais nos promovem tanta tristeza. Acreditamos que para os nossos erros, para as nossas desilusões, para os nossos insucessos em determinadas áreas de vida NÃO HÁ SOLUÇÃO, NÃO HÁ PERDÃO. Nos culpamos quando deveríamos apenas nos responsabilizar. Nos mantemos nos lugares paralisantes da vítima ou do algoz e esquecemos que Deus não nos julga com os moldes da justiça terrena, aquela que também usamos para julgar e condenar nossos semelhantes. Muitos de nós crescemos ouvindo falar de um Deus muito distante, muito severo, cujo dedo aponta ameaçadoramente em nossa direção… Quanta contradição! Estas mesmas pessoas nos afirmaram também que Deus é Amor. E se Ele É Amor como pode se encaixar nestas caracterizações? Será que foram estas contradições que nos fizeram ir nos afastando do nosso Pai, cujo Poder, Bondade e Amor nos são tão evidentes? O que nos afastou de Sua Magnitude, de Sua Sabedoria, de Sua Complacência? O que nos levou a esquecer e até mesmo duvidar do poder de co-criação que Ele nos ofereceu e continua oferecendo? O que continua nos distanciando do Seu Amor: tão imenso, tão caloroso, que nos acolhe, nos perdoa, nos reestabelece, nos capacita quando nem nós mesmos sabemos fazer ou acreditamos ser possível? Não é o Dedo de Deus que continua nos intimidando, nos paralisando e colocando o véu em nossa visão, o qual nos impede de ver que PODEMOS MAIS, que o que aconteceu em nosso passado não necessariamente precisará continuar se perpetuando em nosso presente, em nosso futuro… É o nosso próprio dedo que continua fazendo este “trabalho”. Deus já nos ofereceu o Seu Perdão através da Divina Obra de Jesus. Perdoou e fez, através de Jesus, o Seu Convite: o divino e maravilhoso convite de LEMBRARMOS QUEM SOMOS e ajudarmos outros a fazerem o mesmo. Ele, como nos disse ontem o Valter, fez, através de Pedro, o apóstolo de Jesus, um convite a todos que o dizem amar: “APASCENTA AS MINHAS OVELHAS!” Para isto, precisamos primeiramente “apascentar” nosso juiz interno: severo, extremamente crítico e ameaçador. Precisamos nos perdoar primeiramente por tudo aquilo que nos promove constrangimento e entender que a cada dia Deus nos concede a dádiva do renascimento e, com ela, a oportunidade de VIRARMOS O JOGO em histórias insatisfatórias. Precisamos sacudir a poeira e dar a volta por cima. POR CIMA!
Precisamos exercer diariamente a arte do auto-perdão e da auto-apreciação!
“Ama a teu próximo com a ti mesmo”. Que dia iremos lembrar as últimas palavras deste mandamento? Que dia iremos entender que Deus nos quer vencedores e não vítimas de nossas antigas e pobres criações? Deus nos permite errar inúmeras vezes apenas para nos fazer constatar que o “outro lado”, a outra escolha, a outra atitude, o outro sentimento são os que nos trarão a Alegria almejada. Ele não nos impede de cair em tentação pois geralmente é quando caímos que temos a capacidade de enxergar que o melhor caminho não é o que seguimos… Mas, indiscutivelmente, Ele está sempre ao nosso lado, esperando que voltemos nosso olhar para Sua Misericórdia para envolver-nos com Seu Carinho, Perdão e Amor e nos convidar a levar Sua Palavra a outros corações e mentes que continuam a se auto-martirizar, a se auto-depreciar!
Sim, Deus acredita em nós! Ele acredita que PODEMOS TUDO quando estamos do SEU LADO. Se Ele não tivesse optado por nos salvar- de nós mesmos e de nossas infelizes co-criações- por que enviaria o nosso Mestre Jesus para que sua vida fosse oferecida a este fim? A morte e a ressurreição de Jesus nos prova que Deus continua acreditando em nós! Então, o que continua nos levando a duvidar do Deus que afirmamos amar, acreditar e confiar? O que nos faz esquecer que Deus nos dá, a cada instante, a dádiva do renascimento, a dádiva da reconstrução?
O que nos leva a acreditar que nossos sonhos não podem se transformar em deliciosas realidades? O que nos leva a acreditar que “não temos jeito mesmo”? O que nos faz acreditar que nunca CHEGAREMOS LÁ, onde almeja o nosso coração? O que nos faz afirmar, “dia após dia” que não merecemos, que não poderemos, que não alcançaremos? O que nos mantém duvidando de nós mesmos?
Se eu duvido da “criatura” eu não estou também duvidando do Seu Criador?

Termino este texto com as sábias palavras de Gasparetto: Que Deus esteja com você e que, principalmente, VOCÊ ESTEJA COM DEUS!!!

Luiza Gonçalves

 
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Publicado por em Maio 1, 2012 em Bordando Palavras

 

Quem é “você” para você?

“Quando comparamos nossos sucessos aos sucessos dos outros, geralmente o que fazemos é comparar nossas fraquezas aos pontos fortes destas outras pessoas.”

Shaun Rosenberg

Triste e verdadeira afirmação…
Entretanto, avaliarmos tal declaração e constatarmos sua verdade pode nos levar a optarmos por fazer a poderosa escolha de sair do papel de “coitadinho de mim” e promovermos todas as conquistas que nossos dons pessoais são capazes de manifestar nesta vida.
Pessoas que julgamos serem bem-sucedidas, pessoas de sucesso são aquelas que não perdem seu tempo comparando a si mesmos com outros. Elas comparam o que são hoje, o que fazem hoje com o que foram ontem, com o que fizeram ontem; se auto-elogiam, se elevam a seus olhos e sentem-se seguras e poderosas o bastante para IREM ALÉM! Elas têm somente a si mesmos como espelho. E, quando analisam o sucesso dos outros, eles apenas o fazem para reafirmarem que “se alguém pode, eles também podem” e/ou para modelarem comportamentos que promovem resultados satisfatórios.
Comparar-se a outros como geralmente as pessoas fazem é uma atitude que sempre gera paralisação. Esta atitude apenas alimenta aquelas crenças limitantes que as fazem permanecer em posições indesejadas. Comparar suas fraquezas aos pontos fortes dos outros vai deixar-lhe, cada vez mais, sentindo-se inferiorizado e continuando a minar sua auto-estima. E, se você alimenta a crença de que é inferior, suas atitudes ou não-atitudes serão sempre coerentes a esta crença e seus resultados, sem sombra de dúvidas, também o serão.
Você continuará apostando no time de forças que não lhe farão ganhar jogo algum. Você estará apostando nas crenças pessoais limitantes que querem mantê-lo exatamente aí, onde a insatisfação e a tristeza são companhias frequentes.
Que tal mudar os jogadores do time que você colocará no campo a partir de agora? Que tal convocar suas forças reais, seus dons e talentos para, juntos, vocês VIRAREM ESTE JOGO?
Aprenda a olhar para você em primeiro lugar. Em que ponto do Caminho você está hoje? Quantos desafios já superou? Quantas vezes acessar sua Força Interior e deixar seus Talentos lhe guiar o fez promover verdadeiros milagres em sua vida ou auxiliou outros a fazerem o mesmo? Quantas vezes você acreditou em suas habilidades e estas o levaram a promover verdadeiras maravilhas?
Pare de fazer a si mesmo perguntas incapacitantes. Elimine do seu vocabulário “Por que não consigo?” “Por que não eu?”
Faça a si mesmo ou escute apenas as perguntas poderosas que têm o poder de nos mover:
Do que você é capaz?
Quais são os seus Pontos Fortes?
Do que seus Dons são capazes?
Em que, quando e como estes pontos fortes podem auxiliá-lo a alcançar os sucessos almejados?
Volte seu olhar para quem de fato você é e promova tudo aquilo que você é capaz de promover, de realizar, e não se surpreenda quando, aos seus olhos, você se tornar ainda mais digno de admiração do que aqueles que você anteriormente colocava em pedestais…
Crie o hábito de se auto-apreciar todos os dias. Escreva sobre suas habilidades. Fale sobre elas. Elimine aquela “falsa modéstia” que nos ensinaram a cultivar. Ela também nos paralisa e nos impede de alimentar as forças internas que são capazes de nos levar a FAZER ACONTECER! Quando achar que não há mais nada a acrescentar nesta lista de auto-apreciação, reescreva-a. Fazendo isto você verá que outras habilidades se farão notar, pois você está colocando seu foco neste processo e a sua visão de si mesmo se ampliará. Você irá redescobrindo você, retirando aqueles véus que seus pensamentos negativos sobre si mesmo queriam manter sobre sua real pessoa, sobre suas reais capacidades.
Livre-se de tudo o que lhe impede de usar a fantástica capacidade de co-Criador que você recebeu ao nascer.
Aposte em você! Acredite em você!
Deixe o mundo vislumbrar do que você é capaz! Mostre ao mundo o seu valor: há muitos esperando por TUDO ISTO! Há inúmeras vidas esperando por seus Dons “manifestados” para que os delas também se manifestem!
Permita-se SER HUMANO. Permita-se errar. Só não se prenda a estes erros. Aprenda com eles. Deixe que eles apenas apontem que há outras melhores maneiras de fazer, de realizar, de conquistar, de manifestar.
Fique do seu lado, sempre. Pare de se auto-depreciar. Fale sobre si mesmo como falaria sobre alguém que você ama e aprecia.
Celebre você! COMEMORE você!
Seja grato a QUEM VOCÊ JÁ É e se for preciso, capacite-se ainda mais.
Você sempre pode, quando acredita que pode!

Luiza Gonçalves

 

 
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Publicado por em Abril 12, 2012 em Bordando Palavras

 

“Eu posso! Eu consigo!!!”

Quantas vezes insistimos em nos auto-depreciar, não é verdade?
Nossa lista sobre nossas fraquezas, sobre o que denominamos “fracassos” parece não ter fim…
Este padrão comportamental é sabotador e mantém nosso foco  no que não nos motiva, naquilo que, repetido vezes sem conta, acaba por nos paralisar.
Já passa da hora de modificarmos este placar, de virar o nosso Jogo.
Sabemos que estar atentos às nossas escolhas diárias – das pequeninas às maiores – é como escolher as sementes que se desenvolverão e serão os nossos frutos no amanhã. 
Todos nós temos “pontos a trabalhar” em nossas personalidades. Entretanto, isto demanda tempo e muitas vezes esforços extremamente massivos, excessivamente desafiadores para darmos conta sem o auxílio de um profissional competente.
Assim sendo, o que nos impede de aplicar uma técnica simples mas deliciosamente eficaz criada pelos ABRAHAM “O Livro dos Atributos Pessoais Positivos”? Esta técnica nos auxilia poderosamente a focar apenas em nossas forças, em nossos Dons. Enumerar nossos talentos, reconhecermos quão meritosos eles são e sermos consequentemente gratos por cada um deles é algo mágico, potencializador, motivador!
Podemos ir além, lembrando em quantas ocasiões estes dons nos levaram a manifestar MARAVILHAS e o quanto podem continuar a fazer por nós maravilhosos trabalhos, extraordinárias conquistas.
Li recentemente uma frase que me fez “arrepiar”. Ela diz “Se você perder na mente, já perdeu o jogo!”
Fazemos isto o tempo todo, concorda? Nossas conversas internas repetem, incessantemente, nossas fraquezas, nossas incapacidades, nossos limites. Repetem antigas histórias pessoais onde os resultados não foram satisfatórios e nos fazem acreditar que, assim como foi no passado, será no agora, será para sempre.
Quanta ilusão!… Ao repetirmos este padrão de pensamento já estamos perdendo na mente. Consequência?…
Desconheço pessoas de sucesso, legítimos vencedores que contaram para si mesmos este tipo de história. Eles erraram sim, inúmeras vezes, mas as suas conversas internas tinham outro conteúdo. Elas retratavam apenas seus objetivos, suas esperanças e, claro, suas capacidades!
Imagino o número de vezes que cada um deles escolheu “ficar bem do seu lado” apesar dos apesares. Chego a vislumbrar algumas cenas, onde os vejo, olhando bem dentro dos seus olhos e dizendo frases como: “Vamos lá! Você consegue!!!” ou “Você é capaz!”.
Me encanto, pensando no quanto eles acreditaram em si mesmos, em seus sonhos, em suas Missões de Vida.
Se eles puderam nós também podemos! O que falta é acreditarmos nisto.
Aposte em você! 
Aposte em suas capacidades!
Tenha metas desafiadoras e use estas capacidades para ajudá-lo a conquistá-las. Se preciso for, capacite-se mais.
Trabalhe no SER e comece pelo “JÁ SOU!”.
Comece a ganhar em sua mente, através de novas e poderosas conversas internas, sobre quem você realmente JÁ É. 
Fazendo isto prepare-se: você estará entrando para o time dos Campeões!
Estando lá rejubile-se porque neste patamar da vida o EU SOU (total, poderoso, divino) é fato!!!
Lindo dia para você!
 
Luiza Gonçalves
 
 
 
 
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Publicado por em Fevereiro 9, 2012 em Bordando Palavras

 

O que você anda perguntando a si mesmo?

 
 
 
 
Há momentos em nossas vidas que não conseguimos entender o porquê de algum dos nossos planos não terem dado certo, não é verdade? Expectativas não correspondidas, sonhos que não se concretizam, desilusões causadas por aqueles que amamos, esperanças boicotadas…  
“Como resistir a tamanha dor?” – nos perguntamos nestes momentos…  “Como isto foi acontecer?” “ Por que tudo parece dar errado para mim?”
Estas e outras perguntas similares nos acometem vezes sem conta e perpetuam este ciclo de dor. São estas as perguntas que nos paralisam… Sua força em nos desmotivar, em nos levar a respondê-las com auto-depreciações são bandeiras vermelhas nos alertando a mudar o foco, a fazer “o giro” em nossa vibração como nos ensinam, sabiamente,  os Abraham.
Apesar da dor, mude o conteúdo de seus questionamentos. Perguntas geram respostas automaticamente. Se você fizer perguntas negativas obterá respostas negativas. Se fizer perguntas positivas obterá respostas obviamente positivas.
Assim, escolha fazer, a partir de agora,  novas e poderosas perguntas. Escolha fazer a si mesmo perguntas que o auxiliarão a sair do banco dos problemas e sentar-se, com elegância e merecimento, no delicioso Trono das Soluções. Faça a si mesmo perguntas que o movam, que o motivem a sacudir toda esta poeira e dar a volta por cima…
Ao invés de perguntar “por que isto aconteceu comigo” pergunte a si mesmo “como posso virar este jogo” ou “como posso fazer diferente da próxima vez?” Continue: “qual é o resultado que desejo e como posso fazê-lo acontecer?”
Vá além, explore suas potencialidades: “O que faço de melhor? Como usar estes talentos pessoais a meu favor nesta questão ou de uma próxima vez?” “De quais recursos internos e externos disponho para reverter esta situação?”
Finalizando: “o que há de bom nisto?” e  “qual será meu primeiro passo para reverter esta situação?”
Aprender a fazer perguntas positivas para si mesmo em momentos difíceis é desenvolver uma habilidade vital para o seu crescimento pessoal, para o sucesso que você tanto almeja.
Seja um expert em perguntas motivadoras, capacitadoras. E, claro, responda a cada uma delas
Você constatará, maravilhado, quantas soluções criativas surgem quando você cria e responde a perguntas capacitadoras. Você também constatará o quanto elas o tirarão da posição de vítima e o levarão a assumir uma nova postura. A postura de alguém que acredita em seu valor, em suas capacidades, utilizando-os, a partir daí, em benefício próprio.
Você deseja reverter uma situação desagradável? Escolhe sair do desencorajador “banquinho dos problemas”? Comece respondendo:
– Qual é a pergunta que você ira se fazer AGORA?

 

Luiza Gonçalves

 
 
 
 
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Publicado por em Janeiro 30, 2012 em Bordando Palavras

 

“Senhor, livra-me de mim!…”

 
 
 

“Minha vida seja digna da tua presença. Meu corpo seja digno da terra, tua cama. Minha alma possa aparecer diante de ti como um filho que volta ao lar.
Torna-me grande como o Sol, para que eu te possa adorar em mim;
Torna-me puro como a lua, para que eu te possa rezar em mim;
E torna-me claro como o dia para que eu te possa ver sempre em mim e rezar-te e adorar-te.
Senhor, protege-me e ampara-me.
Dá-me que eu me sinta teu.
Senhor, livra-me de mim.”
 

Fernando Pessoa

 
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Publicado por em Novembro 13, 2011 em Divinas Rendas